A primeira ideia apresentada pelo autor para se contrapor à tese de uma “guerra pela água” se sustenta no argumento de que, na verdade, há:
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A desperdício inconsequente desse recurso natural
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B falta de planejamento em sua distribuição entre as regiões
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C ausência de acordos internacionais efetivos nessa matéria
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D tensões políticas restritas a algumas regiões pontuais do planeta
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E negligência dos governantes do chamado terceiro mundo